Acredita-se que essa decisão seja definitiva, porque o encontro ocorrido em Bruxelas reuniu todas as partes interessadas no assunto
Considerando que o espaço de tempo originalmente estipulado é plenamente viável e não deve ser prorrogado, encontro realizado na semana passada, em Bruxelas, ratificou – aparentemente, de forma definitiva – para 31 de dezembro de 2011 o último dia de utilização das gaiolas convencionais hoje utilizadas na União Europeia na postura comercial. Portanto, em no máximo 11 meses, a produção de ovos do bloco europeu terá que, obrigatoriamente, adotar um dos seguintes sistemas: uso de gaiolas enriquecidas (ou equipadas); criação em galpão, mas sobre piso; ou criação free-range (a céu aberto e com galpão apenas para proteção noturna e/ou das intempéries).
Acredita-se que essa decisão seja definitiva, porque o encontro ocorrido em Bruxelas reuniu todas as partes interessadas no assunto. Ou seja, não apenas os governos dos estados-membros, mas também entidades representativas dos produtores e da indústria do ovo, entidades de defesa do bem-estar animal e, ainda, entidades representativas dos consumidores. E, pelo que se divulgou, a decisão pelo banimento definitivo das gaiolas convencionais a partir de 1º de janeiro de 2012 foi unânime, recomendando-se, inclusive, a proibição de circulação dos ovos produzidos em desacordo com as novas regras – medida cuja implementação ainda será discutida.
Porém, ao mesmo tempo em que, de comum acordo, aceita as novas regras, a União Europeia não pretende ficar sozinha na adoção das novas práticas. Assim, insiste em que o produto importado (ovos ou ovoprodutos) também seja produzido dentro dos mesmos requisitos exigidos do criador europeu.
Fonte: Portal do Agronegócio
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