segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Agronegócio representa 30% do PIB do Espírito Santo

Economista elogia postura de Dilma
Por Dalila Travaglia (dalila@eshoje.com.br) / Foto: Divulgação.


O crescimento do Espírito Santo no acumulado do ano de 2010 foi de 13,3%, mais forte e representativo  que do Brasil, que marcou 8,4%. No resultado do Produto Interno Bruto (PIB) capixaba do terceiro trimestre de 2010, foi possível notar que a economia do Estado recupera o ritmo de crescimento em 2,3%. O maior motivo para essa expansão se deu ao agronegócio, responsável por 30% do PIB estadual.

Os dados do Instituto Jones dos Santos Neves (IJNS) mostram que enquanto no segundo trimestre de 2010 o PIB obteve um resultado de -1,9%, no terceiro trimestre, ele fechou em +2,3%. No Brasil, esse crescimento foi de 0,5%. Dentre os contribuintes para esses excelentes números está o agronegócio, que no ano de 2009 gerou de riqueza para o Espírito Santo R$ 20,7 bilhões.

O agronegócio está dividido em quatro setores: o de serviços relacionados (32,3%), o de indústria de base agrícola (20,1%), insumos (8,7%) e agropecuária (39,0%). De acordo com a diretora-presidente do IJSN, Ana Paula Vescovi essa é uma economia pujante, em franco processo expansão.

Além da agricultura outros setores impulsionaram e contribuiram para o crescimento do PIB. Um deles está no setor de petróleo e gás, além do expressivo número nas exportações, que de janeiro a dezembro de 2010 dobraram.
  
Na oportunidade, Ana Paula adiantou um dado que oficialmente só será divulgado em fevereiro. A região de Anchieta e Presidente Kennedy, denominada Metrópole Expandida Sul atualmente atrai mais investimento que a Grande Vitória. São 32,5% contra 30,5. Segue na participação de investimento nas microregiões administrativas, o polo de Linhares (21,7).

Cenário Mundial.

Durante a primeira reunião do ano do Grupo Permanente de Acompanhamento Empresarial do ES, nesta quarta-feira (26), o economista Dirceu Bezerra contou que o desequilíbrio da fraqueza mundial se deve a China e aos Estados Unidos. O país oriental se mostra produtor, financia, compra títulos com poupança e investimentos. Enquanto o EUA consome tudo, não poupa nada e endivida muito. Em contra partida, os EUA tem um total de 25,52 % de participação no PIB mundial, contra 8,8 do da China.

De acordo com Bezerra, o Brasil entrou na crise de 2008 com melhores condições, e está atravesando como uma das estrelas. "O Brasil na e pós crise estava fazendo a lição de casa, e passivos viram ativos. Está com o câmbio ajustado, baixos juros e muito crédito. Tem muito a ganhar com a copa e a olimpíada, além do pré-sal, que o ES terá grande participação", destaca o economista.

Bezerra também elogiou e se diz esperançoso com o novo governo presidido por Dilma Rousseff. "O discurso de posse e as atitudes tomadas até agora, mostra que ela está se saindo melhor que na campanha, com uma postura pró-ativa, e sabendo enfrentar o PMDB", declara.

Fonte: Eshoje.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O fim da gaiola convencional na UE

Acredita-se que essa decisão seja definitiva, porque o encontro ocorrido em Bruxelas reuniu todas as partes interessadas no assunto



Considerando que o espaço de tempo originalmente estipulado é plenamente viável e não deve ser prorrogado, encontro realizado na semana passada, em Bruxelas, ratificou – aparentemente, de forma definitiva – para 31 de dezembro de 2011 o último dia de utilização das gaiolas convencionais hoje utilizadas na União Europeia na postura comercial. Portanto, em no máximo 11 meses, a produção de ovos do bloco europeu terá que, obrigatoriamente, adotar um dos seguintes sistemas: uso de gaiolas enriquecidas (ou equipadas); criação em galpão, mas sobre piso; ou criação free-range (a céu aberto e com galpão apenas para proteção noturna e/ou das intempéries).

Acredita-se que essa decisão seja definitiva, porque o encontro ocorrido em Bruxelas reuniu todas as partes interessadas no assunto. Ou seja, não apenas os governos dos estados-membros, mas também entidades representativas dos produtores e da indústria do ovo, entidades de defesa do bem-estar animal e, ainda, entidades representativas dos consumidores. E, pelo que se divulgou, a decisão pelo banimento definitivo das gaiolas convencionais a partir de 1º de janeiro de 2012 foi unânime, recomendando-se, inclusive, a proibição de circulação dos ovos produzidos em desacordo com as novas regras – medida cuja implementação ainda será discutida. 

Porém, ao mesmo tempo em que, de comum acordo, aceita as novas regras, a União Europeia não pretende ficar sozinha na adoção das novas práticas. Assim, insiste em que o produto importado (ovos ou ovoprodutos) também seja produzido dentro dos mesmos requisitos exigidos do criador europeu.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Superávit da balança de agronegócio em SP cresce 26,5% em 2010


A balança comercial do agronegócio paulista gerou um superávit de US$ 12,14 bilhões em 2010, alta de 26,5% sobre os US$ 9,6 bilhões de 2009, informou o Instituto de Economia Agrícola (IEA). As exportações do setor somaram US$ 20,2 bilhões de janeiro a dezembro, 27% superiores às registradas em 2009, quando as vendas externas atingiram US$ 15,9 bilhões. Já as importações saltaram 27,9%, de US$ 6,30 bilhões para US$ 8,06 bilhões, nos períodos avaliados.

Segundo o IEA, da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo, os produtos semimanufaturados apresentaram o maior crescimento porcentual nas exportações do agronegócio paulista, com alta de 50,40% entre 2009 e 2010, para US$ 6,93 bilhões, seguidos dos básicos, com US$ 3,58 bilhões (+25,75%), e dos manufaturados, com US$ 9,69 bilhões (+14,68%).

Mesmo com a alta menor, os produtos manufaturados têm uma participação de 47,96% nas exportações do agronegócio de São Paulo, de acordo com os pesquisadores José Sidnei Gonçalves e José Roberto Vicente, do IEA. Para eles, o desempenho demonstra o alto perfil de agregação de valor ao produto em São Paulo.

O desempenho do agronegócio em 2010 seguiu melhor que o registrado em toda a balança comercial do Estado de São Paulo, que apresentou déficit de US$ 15,48 bilhões no período. Se o agronegócio não fosse considerado nos cálculos, o déficit seria de US$ 27,62 bilhões na balança comercial paulista do ano passado.

O setor agropecuário ainda aumentou a participação, de 37,5% para 38,6%, em todas as vendas externas do Estado de São Paulo, se comparados os anos de 2009 e 2010. As exportações paulistas totais entre janeiro e dezembro de 2010 somaram US$ 53,29 bilhões. Já as importações do agronegócio responderam, em 2010, por 11,9% dos US$ 67,77 bilhões movimentados com as compras paulistas do exterior, baixa de 0,6 ponto porcentual ante os 12,5% de participação em 2009.


Fonte: Gustavo Porto, Agência Estado - 19/01/2011

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Inscrições abertas!

Abertas as inscrições para a Pós-Graduação à distância em Agronegócio com Ênfase em Mercados – UFPR

Início do curso dia 24 de março de 2011                         

Valor do investimento:18 parcelas de R$ 390,00

Duração: 12 meses de aula e 6 meses de elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso

Inscrições através do site www.mbaagronegocio.ufpr.br

Contatos: 41 33505696 / 3350 5787 / mbaagronegocio@ufpr.br

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Show Rural Coopavel

             Acontece entre 07 a 11 de fevereiro de 2011 a Show Rural. É um evento que tem como principal objetivo a difusão de tecnologias voltadas ao aumento de produtividade de pequenas, médias e grandes propriedades rurais.

            Em menos de duas décadas, a produtividade das principais culturas da região, soja, milho, feijão e leite evoluíram mais de 100% da média regional. Somente para exemplificar, o soja que rendia cerca de 1.800 Kg por hectare, rende hoje 3.400 Kg e essa média já está sendo projetada para 4.600 Kg por hectare segundo dados do próprio evento. Já a produtividade do milho que era de 3.800 Kg por hectare atinge hoje a média de 9.000 Kg por hectare mas com potencial para chegar a 12.000 Kg por hectare conforme os inúmeros experimentos apresentados no próprio evento.
             O Show Rural Coopavel é um evento eminentemente tecnológico promovido pela Coopavel Cooperativa Agroindustrial. O evento é anual, e acontece em uma área  de 72 hectares especialmente planejada para oferecer conforto e praticidade aos visitantes, como restaurantes, ruas asfaltadas e cobertas, praças de descanso, água gelada e gratuita em todos os corredores, entrada e estacionamento gratuitos e suporte para os principais veículos de comunicação divulgarem as notícias geradas no evento.
             O Show Rural Coopavel é uma vitrine tecnológica que facilita o acesso de produtores rurais a equipamentos e técnicas que auxiliam a produzir mais e melhor, mesmo com severas adversidades climáticas, uma nova constante imposta pelo aquecimento global.
             O Show Rural Coopavel é referência mundial, é nesse evento que as principais empresas mundiais de pesquisa e de equipamentos lançam novos produtos e tecnologias antecipando com exclusividade as tendências para o agronegócio.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Curso Conhecendo Novos Mecanismos de Comercialização

Segue abaixo a programação do Curso Agrinvest que será realizado nos dias 04 e 05 de Fevereiro de 2011 em Curitiba-PR.




  Endereço: R. Padre Anchieta, 2285, sala 1302 - Ed. Delta Center  Bairro Champagnat / Curitiba – PR


Horários: 04/02 – 19:00 às 22:30
                05/02 – 08:30 às 17:00     

Investimento: R$400,00

Para reservas favor entrar em contato com: 

Thiago Milani (thiago@agrinvest.agr.br)
tel: 55 41 3094-0203
fax: 55 41 3094-0207